quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Após acidente em embarcação, paciente vindo de Chaves recebe alta no Hospital Metropolitano

 



Mais um paciente vítima da explosão em uma embarcação ocorrida no dia 8 deste mês, em Chaves, no Marajó, recebeu alta do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. Amiraldo da Silva Melo, de 38 anos, chegou ao hospital em 9 de outubro e deixou a unidade hospitalar na manhã desta quarta-feira, 27.

“Eu lembro de tudo, do momento do acidente até a entrada no hospital. O atendimento aqui foi ímpar, fizeram por mim o que, muitas vezes, nossos familiares não fazem. A minha maior felicidade é poder retornar para a minha casa e rever o meu filho de quatro anos”, diz ele.

Para dar novo sentido ao que poderia ser um episódio de tristeza, Amiraldo montou uma estratégia para falar sobre o acidente para o filho. “Já estou pensando em como explicar isso para ele, direi que sou um super-herói que entrou em um combate. Não quero que ele tenha trauma por conta disso e nem saiba que eu poderia ter morrido nesse acidente”, completa.

As lágrimas nos olhos de Severiana Rocha, 39, esposa de Amiraldo da Silva, entregam a felicidade sentida no retorno para casa. “O choro é de felicidade. Foi um grande susto, eu cheguei a ficar desesperada e sem saber o que fazer. Aqui ele encontrou tratamento e agora retornaremos para a nossa casa, com os nossos filhos”, comemora.

O Acidente - Uma embarcação que transportava combustível entrou em chamas na tarde do dia 8 de outubro após um dos tonéis com óleo explodir. O barco estava ancorado no porto de Igarapé-Miri, no município de Chaves, no Marajó.

Para o resgate dos feridos, que apresentaram queimaduras por diversas partes do corpo, a Governo do Estado articulou uma força-tarefa com o Estado do Amapá para resgate e atendimento das vítimas, que contou inclusive com uma equipe técnica formada por médicos e enfermeiros, levada ao local para suporte imediato aos pacientes.

Entre esses profissionais estava a enfermeira Nellyane Ferro, coordenadora de enfermagem do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Metropolitano. Ela decolou do Pará para o Amapá, com foco voltado para a estabilização dos quatro pacientes até que eles pudessem ser transferidos para o HMUE.

Para a profissional, o sentimento é de missão cumprida. “Eu me sinto completamente feliz como profissional, claro, mas principalmente como ser humano. Ver eles retornando aos seus lares é uma alegria sem tamanho, e vai além da alta hospitalar, é um retorno à sociedade e a reintegração à família”, diz Nellyane.

“O time do HMUE não mediu esforços para acolher, salvar vidas ou minimizar os efeitos do grave acidente sobre essas pessoas e seus familiares. Hoje celebramos mais uma vitória, vendo Amiraldo voltar para sua família!", afirma a diretora Hospitalar do Hospital Metropolitano, Alba Muniz.

Para o secretário de Saúde do Pará, Rômulo Rodovalho, o hospital cumpriu a missão delegada pelo governo do Estado, em tratar o paciente como unidade de referência a atendimento de queimaduras severas. “Em um acidente deste porte, fica o agradecimento pelas pessoas que se empenharam em salvar a vida dos feridos e ao Estado do Amapá, que contribuiu para que garantíssemos toda a assistência a essas pessoas”, informou.

O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, criado pelo Governo do Estado e gerenciado pela entidade filantrópica Pró-Saúde, é referência no atendimento de queimados e recebeu quatro vítimas do acidente, dos quais dois receberam alta após a recuperação e dois não resistiram aos ferimentos.

Após acidente em embarcação, paciente vindo de Chaves recebe alta no Hospital Metropolitano

 



Mais um paciente vítima da explosão em uma embarcação ocorrida no dia 8 deste mês, em Chaves, no Marajó, recebeu alta do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. Amiraldo da Silva Melo, de 38 anos, chegou ao hospital em 9 de outubro e deixou a unidade hospitalar na manhã desta quarta-feira, 27.

“Eu lembro de tudo, do momento do acidente até a entrada no hospital. O atendimento aqui foi ímpar, fizeram por mim o que, muitas vezes, nossos familiares não fazem. A minha maior felicidade é poder retornar para a minha casa e rever o meu filho de quatro anos”, diz ele.

Para dar novo sentido ao que poderia ser um episódio de tristeza, Amiraldo montou uma estratégia para falar sobre o acidente para o filho. “Já estou pensando em como explicar isso para ele, direi que sou um super-herói que entrou em um combate. Não quero que ele tenha trauma por conta disso e nem saiba que eu poderia ter morrido nesse acidente”, completa.

As lágrimas nos olhos de Severiana Rocha, 39, esposa de Amiraldo da Silva, entregam a felicidade sentida no retorno para casa. “O choro é de felicidade. Foi um grande susto, eu cheguei a ficar desesperada e sem saber o que fazer. Aqui ele encontrou tratamento e agora retornaremos para a nossa casa, com os nossos filhos”, comemora.

O Acidente - Uma embarcação que transportava combustível entrou em chamas na tarde do dia 8 de outubro após um dos tonéis com óleo explodir. O barco estava ancorado no porto de Igarapé-Miri, no município de Chaves, no Marajó.

Para o resgate dos feridos, que apresentaram queimaduras por diversas partes do corpo, a Governo do Estado articulou uma força-tarefa com o Estado do Amapá para resgate e atendimento das vítimas, que contou inclusive com uma equipe técnica formada por médicos e enfermeiros, levada ao local para suporte imediato aos pacientes.

Entre esses profissionais estava a enfermeira Nellyane Ferro, coordenadora de enfermagem do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Metropolitano. Ela decolou do Pará para o Amapá, com foco voltado para a estabilização dos quatro pacientes até que eles pudessem ser transferidos para o HMUE.

Para a profissional, o sentimento é de missão cumprida. “Eu me sinto completamente feliz como profissional, claro, mas principalmente como ser humano. Ver eles retornando aos seus lares é uma alegria sem tamanho, e vai além da alta hospitalar, é um retorno à sociedade e a reintegração à família”, diz Nellyane.

“O time do HMUE não mediu esforços para acolher, salvar vidas ou minimizar os efeitos do grave acidente sobre essas pessoas e seus familiares. Hoje celebramos mais uma vitória, vendo Amiraldo voltar para sua família!", afirma a diretora Hospitalar do Hospital Metropolitano, Alba Muniz.

Para o secretário de Saúde do Pará, Rômulo Rodovalho, o hospital cumpriu a missão delegada pelo governo do Estado, em tratar o paciente como unidade de referência a atendimento de queimaduras severas. “Em um acidente deste porte, fica o agradecimento pelas pessoas que se empenharam em salvar a vida dos feridos e ao Estado do Amapá, que contribuiu para que garantíssemos toda a assistência a essas pessoas”, informou.

O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, criado pelo Governo do Estado e gerenciado pela entidade filantrópica Pró-Saúde, é referência no atendimento de queimados e recebeu quatro vítimas do acidente, dos quais dois receberam alta após a recuperação e dois não resistiram aos ferimentos.

Médico orienta sobre os altos números de diagnósticos da tireoide

 

A tireoide é uma das glândulas mais importantes do corpo, responsável pela produção e equilíbrio de hormônios essenciais ao organismo. Por isso, um dado da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia traz um alerta importante: estima-se que, no Brasil, 60% da população terá nódulos na tireoide em algum momento da vida.

Um dos recursos mais comuns para o tratamento de nódulos malignos na tireóide é a cirurgia. Não é à toa que, no país, são realizadas cerca de 40 mil tireoidectomias todos os anos, segundo pesquisa da startup Onkos. Mas, saber quando a cirurgia é necessária e quais cuidados tomar no processo é fundamental para garantir a saúde.

De acordo com o cirurgião de cabeça e pescoço, José Gabriel Paixão, a cirurgia da tireóide “é recomendada para casos em que há um aumento difuso da glândula, o que pode causar dor na cervical, aperto no pescoço, ou mesmo incômodo estético no paciente. Outro caso em que a operação pode ser necessária é quando há suspeita de câncer”.

O especialista explica que a formação de nódulos na tireoide pode ser identificada por exames simples, como a palpação da região da garganta e a ultrassom cervical e, conta como a cirurgia é feita nos casos em que o procedimento é indicado:

“A cirurgia da tireoide é feita com o paciente sob anestesia geral. É feita uma pequena incisão de, no máximo, cinco centímetros, dependendo do tamanho da tireóide e do tipo físico do paciente. Dependendo do quadro do paciente, nem sempre será preciso a retirada total da glândula. Existem casos em que o paciente pode se beneficiar de uma tireoidectomia parcial, a partir da qual ele vai ter parte da glândula preservada e que pode sim voltar a funcionar e evitar que ele fique dependente da reposição hormonal para o resto da vida”, explica José.

O médico informa ainda que não é necessário nenhum preparo específico antes da cirurgia, somente a realização dos exames pré-operatórios solicitados na primeira consulta com o cirurgião. Mas ele alerta quanto à importância de consultar o médico habilitado para tratar da cirurgia tireoidiana:

“Quando o paciente necessita operar a tireoide, é extremamente importante que ele procure o especialista de cirurgia de cabeça e pescoço para que o procedimento seja feito da maneira mais segura possível. Quando realizada por profissional não especialista na área, existe um maior índice de complicações pós-operatórias, entre elas, a rouquidão permanente e o distúrbio do cálcio no período pós-operatório”, informa.

José orienta que pacientes com indicação para tireoidectomia chequem, no site do Conselho Regional de Medicina (CRM), se a pessoa que vai fazer a sua cirurgia tem a habilitação na especialidade adequada, de cirurgia de cabeça e pescoço.

“Somente o profissional capacitado para tratar as doenças da região de cabeça e pescoço pode dar o seguimento adequado, de acordo com o tipo de lesão que o paciente tem. Um profissional não habilitado na especialidade pode, muitas vezes, atrasar um diagnóstico ou dificultar o acompanhamento e a definição de tratamentos posteriores”, alerta.

Cirurgia da tireoide: saiba qual especialidade médica consultar

A tireoide é uma das glândulas mais importantes do corpo, responsável pela produção e equilíbrio de hormônios essenciais ao organismo. Por isso, um dado da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia traz um alerta importante: estima-se que, no Brasil, 60% da população terá nódulos na tireoide em algum momento da vida.

Um dos recursos mais comuns para o tratamento de nódulos malignos na tireóide é a cirurgia. Não é à toa que, no país, são realizadas cerca de 40 mil tireoidectomias todos os anos, segundo pesquisa da startup Onkos. Mas, saber quando a cirurgia é necessária e quais cuidados tomar no processo é fundamental para garantir a saúde.

De acordo com o cirurgião de cabeça e pescoço, José Gabriel Paixão, a cirurgia da tireóide “é recomendada para casos em que há um aumento difuso da glândula, o que pode causar dor na cervical, aperto no pescoço, ou mesmo incômodo estético no paciente. Outro caso em que a operação pode ser necessária é quando há suspeita de câncer”.

O especialista explica que a formação de nódulos na tireoide pode ser identificada por exames simples, como a palpação da região da garganta e a ultrassom cervical e, conta como a cirurgia é feita nos casos em que o procedimento é indicado:

“A cirurgia da tireoide é feita com o paciente sob anestesia geral. É feita uma pequena incisão de, no máximo, cinco centímetros, dependendo do tamanho da tireóide e do tipo físico do paciente. Dependendo do quadro do paciente, nem sempre será preciso a retirada total da glândula. Existem casos em que o paciente pode se beneficiar de uma tireoidectomia parcial, a partir da qual ele vai ter parte da glândula preservada e que pode sim voltar a funcionar e evitar que ele fique dependente da reposição hormonal para o resto da vida”, explica José.

O médico informa ainda que não é necessário nenhum preparo específico antes da cirurgia, somente a realização dos exames pré-operatórios solicitados na primeira consulta com o cirurgião. Mas ele alerta quanto à importância de consultar o médico habilitado para tratar da cirurgia tireoidiana:

“Quando o paciente necessita operar a tireoide, é extremamente importante que ele procure o especialista de cirurgia de cabeça e pescoço para que o procedimento seja feito da maneira mais segura possível. Quando realizada por profissional não especialista na área, existe um maior índice de complicações pós-operatórias, entre elas, a rouquidão permanente e o distúrbio do cálcio no período pós-operatório”, informa.

José orienta que pacientes com indicação para tireoidectomia chequem, no site do Conselho Regional de Medicina (CRM), se a pessoa que vai fazer a sua cirurgia tem a habilitação na especialidade adequada, de cirurgia de cabeça e pescoço.

“Somente o profissional capacitado para tratar as doenças da região de cabeça e pescoço pode dar o seguimento adequado, de acordo com o tipo de lesão que o paciente tem. Um profissional não habilitado na especialidade pode, muitas vezes, atrasar um diagnóstico ou dificultar o acompanhamento e a definição de tratamentos posteriores”, alerta.


  Texto: Camila Guimarães, da agência Insights Comunicação.

Após acidente em embarcação, paciente vindo de Chaves recebe alta no Hospital Metropolitano



Mais um paciente vítima da explosão em uma embarcação ocorrida no dia 8 deste mês, em Chaves, no Marajó, recebeu alta do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. Amiraldo da Silva Melo, de 38 anos, chegou ao hospital em 9 de outubro e deixou a unidade hospitalar na manhã desta quarta-feira, 27.

“Eu lembro de tudo, do momento do acidente até a entrada no hospital. O atendimento aqui foi ímpar, fizeram por mim o que, muitas vezes, nossos familiares não fazem. A minha maior felicidade é poder retornar para a minha casa e rever o meu filho de quatro anos”, diz ele.

Para dar novo sentido ao que poderia ser um episódio de tristeza, Amiraldo montou uma estratégia para falar sobre o acidente para o filho. “Já estou pensando em como explicar isso para ele, direi que sou um super-herói que entrou em um combate. Não quero que ele tenha trauma por conta disso e nem saiba que eu poderia ter morrido nesse acidente”, completa.

As lágrimas nos olhos de Severiana Rocha, 39, esposa de Amiraldo da Silva, entregam a felicidade sentida no retorno para casa. “O choro é de felicidade. Foi um grande susto, eu cheguei a ficar desesperada e sem saber o que fazer. Aqui ele encontrou tratamento e agora retornaremos para a nossa casa, com os nossos filhos”, comemora.

O Acidente - Uma embarcação que transportava combustível entrou em chamas na tarde do dia 8 de outubro após um dos tonéis com óleo explodir. O barco estava ancorado no porto de Igarapé-Miri, no município de Chaves, no Marajó.

Para o resgate dos feridos, que apresentaram queimaduras por diversas partes do corpo, a Governo do Estado articulou uma força-tarefa com o Estado do Amapá para resgate e atendimento das vítimas, que contou inclusive com uma equipe técnica formada por médicos e enfermeiros, levada ao local para suporte imediato aos pacientes.

Entre esses profissionais estava a enfermeira Nellyane Ferro, coordenadora de enfermagem do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Metropolitano. Ela decolou do Pará para o Amapá, com foco voltado para a estabilização dos quatro pacientes até que eles pudessem ser transferidos para o HMUE.

Para a profissional, o sentimento é de missão cumprida. “Eu me sinto completamente feliz como profissional, claro, mas principalmente como ser humano. Ver eles retornando aos seus lares é uma alegria sem tamanho, e vai além da alta hospitalar, é um retorno à sociedade e a reintegração à família”, diz Nellyane.

“O time do HMUE não mediu esforços para acolher, salvar vidas ou minimizar os efeitos do grave acidente sobre essas pessoas e seus familiares. Hoje celebramos mais uma vitória, vendo Amiraldo voltar para sua família!", afirma a diretora Hospitalar do Hospital Metropolitano, Alba Muniz.

Para o secretário de Saúde do Pará, Rômulo Rodovalho, o hospital cumpriu a missão delegada pelo governo do Estado, em tratar o paciente como unidade de referência a atendimento de queimaduras severas. “Em um acidente deste porte, fica o agradecimento pelas pessoas que se empenharam em salvar a vida dos feridos e ao Estado do Amapá, que contribuiu para que garantíssemos toda a assistência a essas pessoas”, informou.

O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, criado pelo Governo do Estado e gerenciado pela entidade filantrópica Pró-Saúde, é referência no atendimento de queimados e recebeu quatro vítimas do acidente, dos quais dois receberam alta após a recuperação e dois não resistiram aos ferimentos.

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Com programação especial, Hospital Metropolitano aborda mitos e verdades do câncer de mama

 Nesta semana, acompanhantes de pacientes internados na unidade participaram de palestras e rodas de conversa, que integram a campanha Outubro Rosa


Em alusão à campanha Outubro Rosa, que visa a prevenção e conscientização sobre o câncer de mama, o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, realizou, nesta segunda-feira (25), uma programação especial. 

Em um ambiente descontraído, a palestra “Câncer de Mama: mitos e verdades” foi ministrada pela médica oncologista Jamily Rocha, para acompanhantes de pacientes internados na unidade hospitalar. 

O principal objetivo da ação foi transmitir informações sobre os processos da doença, desde o diagnóstico até o tratamento indicado. 

“Estamos saindo do período pandêmico, onde muitas pessoas deixaram de procurar ajuda, de realizar consultas ou exames, porque não podiam sair de casa e isso trouxe um atraso significante no diagnóstico de casos. Então, mostrar que essas pessoas precisam se cuidar e engajá-las para isso é fundamental”, destaca a médica.

A programação contou, ainda, com a roda de conversa “O câncer tem cura”, com mulheres que estão no processo de recuperação da doença e fazem parte do grupo de apoio Laços de Amor, criado no Pará para acolher pessoas com os diversos tipos da doença.

Entre as mulheres que fazem parte do grupo e contaram suas experiências está Gemille Sales, que, há três anos, recebeu o diagnóstico de câncer de mama e já passou por vários estágios da doença. 

“É importante que as pessoas saibam que um diagnóstico não é o fim da vida. Eu já me deparei com várias pessoas que ficaram depressivas, que não saem de casa por conta da doença. O nosso incentivo é o reverso disso, estamos aqui para mostrar e comprovar que a doença não é o fim da vida”, declara Gemi

A dona de casa Maria Izete, 61, que acompanha o irmão que está internado no Hospital Metropolitano, participou da palestra e ficou surpresa ao saber que homens também podem ser acometidos pela doença. 

Para ela, o aprendizado será repassado em casa, entre os familiares. “Eu nunca imaginei que participaria de uma palestra sobre um tema tão importante quanto esse hoje. A minha maior surpresa foi saber que os homens também podem sofrer com câncer de mama. Vou reforçar com o meu esposo e filhos”, comenta.

Mais humanização - Dentro da unidade hospitalar, criada pelo Governo do Estado e gerenciada pela Pró-Saúde, a ação contempla um calendário anual de atividades focadas na humanização.

“Essa é mais uma ação que desenvolveremos dentro do Hospital Metropolitano para informar as pessoas sobre essa doença que é grave e muitas vezes age silenciosamente”, diz Natália Failache, responsável pelo setor de humanização do hospital.

Para reforçar a importância da prevenção e atenção aos cuidados com as mamas durante todo o ano, a entidade filantrópica Pró-Saúde lançou, neste ano, a campanha “Outubro Sempre Rosa” e um e-book gratuito sobre câncer de mama, que oferece informações sobre o panorama geral da doença no Brasil e no mundo, além de esclarecer as dúvidas mais frequentes. Para fazer o download, acesse: https://bit.ly/3mx5F0K


Com programação especial, Hospital Metropolitano aborda mitos e verdades do câncer de mama

Nesta semana, acompanhantes de pacientes internados na unidade participaram de palestras e rodas de conversa, que integram a campanha Outubro Rosa


Em alusão à campanha Outubro Rosa, que visa a prevenção e conscientização sobre o câncer de mama, o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, realizou, nesta segunda-feira (25), uma programação especial. 

Em um ambiente descontraído, a palestra “Câncer de Mama: mitos e verdades” foi ministrada pela médica oncologista Jamily Rocha, para acompanhantes de pacientes internados na unidade hospitalar. 

O principal objetivo da ação foi transmitir informações sobre os processos da doença, desde o diagnóstico até o tratamento indicado. 

“Estamos saindo do período pandêmico, onde muitas pessoas deixaram de procurar ajuda, de realizar consultas ou exames, porque não podiam sair de casa e isso trouxe um atraso significante no diagnóstico de casos. Então, mostrar que essas pessoas precisam se cuidar e engajá-las para isso é fundamental”, destaca a médica.

A programação contou, ainda, com a roda de conversa “O câncer tem cura”, com mulheres que estão no processo de recuperação da doença e fazem parte do grupo de apoio Laços de Amor, criado no Pará para acolher pessoas com os diversos tipos da doença.

Entre as mulheres que fazem parte do grupo e contaram suas experiências está Gemille Sales, que, há três anos, recebeu o diagnóstico de câncer de mama e já passou por vários estágios da doença. 

“É importante que as pessoas saibam que um diagnóstico não é o fim da vida. Eu já me deparei com várias pessoas que ficaram depressivas, que não saem de casa por conta da doença. O nosso incentivo é o reverso disso, estamos aqui para mostrar e comprovar que a doença não é o fim da vida”, declara Gemille.


A dona de casa Maria Izete, 61, que acompanha o irmão que está internado no Hospital Metropolitano, participou da palestra e ficou surpresa ao saber que homens também podem ser acometidos pela doença. 

Para ela, o aprendizado será repassado em casa, entre os familiares. “Eu nunca imaginei que participaria de uma palestra sobre um tema tão importante quanto esse hoje. A minha maior surpresa foi saber que os homens também podem sofrer com câncer de mama. Vou reforçar com o meu esposo e filhos”, comenta.

Mais humanização - Dentro da unidade hospitalar, criada pelo Governo do Estado e gerenciada pela Pró-Saúde, a ação contempla um calendário anual de atividades focadas na humanização.

“Essa é mais uma ação que desenvolveremos dentro do Hospital Metropolitano para informar as pessoas sobre essa doença que é grave e muitas vezes age silenciosamente”, diz Natália Failache, responsável pelo setor de humanização do hospital.

Para reforçar a importância da prevenção e atenção aos cuidados com as mamas durante todo o ano, a entidade filantrópica Pró-Saúde lançou, neste ano, a campanha “Outubro Sempre Rosa” e um e-book gratuito sobre câncer de mama, que oferece informações sobre o panorama geral da doença no Brasil e no mundo, além de esclarecer as dúvidas mais frequentes. Para fazer o download, acesse: https://bit.ly/3mx5F0K