terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Travessia para Outeiro recebe fiscalização de embarcações

 

Travessia para Outeiro recebe fiscalização de embarcações - Crédito: Reprodução/Agência ParáCrédito: Reprodução/Agência Pará

Desde 17 de janeiro, o tráfego na Ponte do Outeiro, distrito de Belém, foi interrompido após a queda de um dos pilares atingido por uma balsa. Para garantir a qualidade dos serviços de travessia para a ilha do Outeiro, a Agência de Regulação e Controle dos Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon) atua na força-tarefa montada pelo governo do Estado para atender os moradores da ilha.

O Estado garante a travessia por via fluvial com dois ferryboats, dois navios, dois catamarãs e uma lancha rápida, suprindo em caráter emergencial as necessidades de transporte para Outeiro, distrito com mais de 80 mil habitantes. Fiscais da Arcon observam as condições das embarcações, documentação, capacidade de lotação e o cumprimento do horário de saída para atender às necessidades de deslocamento dos usuários.

Horários - As viagens diárias das embarcações, incluindo finais de semana, no sentido Outeiro-centro de Belém, saem as 5h30 e as 06h30. As lanchas rápidas no sentido Outeiro-Icoaraci-Outeiro começam a funcionar as 5 h. A última lancha Icoaraci-Outeiro sai as 23 h. A partir da instalação de um novo flutuante serão estabelecidos novos horários para oferecer mais conforto e segurança aos passageiros.

“Nossos fiscais estão atentos diariamente às necessidades de melhoria do serviço de travessia, informando ao comitê de órgãos do governo e prefeitura de Belém, para garantir o direito de ir e vir da população de Outeiro, somando esforços na força-tarefa emergencial”, ressalta Wildson Mello, diretor de Fiscalização da Arcon.

Profissionais do Hospital Metropolitano recebem treinamento sobre paradas cardiorrespiratórias

Atividade visa o aperfeiçoamento dos profissionais que atuam na assistência direta ao paciente


Profissionais do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, participaram, na última semana, de um treinamento de Reanimação Cardiopulmonar (RCP). A atividade teve como objetivo reforçar a exata aplicação do procedimento que, a qualquer momento, pode ser acionado em uma unidade de saúde. A ação avaliou, ainda, o senso de criticidade e rapidez dos colaboradores frente à rápida e correta tomada de decisão.
“A parada cardiorrespiratória é a situação mais urgente que existe na medicina. Um minuto perdido pode resultar na ineficiência da ação e no comprometimento do sistema cognitivo do paciente”, explica Aníbal Machado, médico do HMUE. “Por isso, é importante entender o momento correto para a tomada de decisão e de qual maneira isso deve ser feito”, complementa.
A Reanimação Cardiopulmonar (RCP) é o conjunto de manobras que, segundo a Associação Americana do Coração, visa a melhoria das habilidades no atendimento do paciente com comprometimento cardiovascular grave, a fim de garantir o fornecimento de oxigênio e sobrevivência.
Criado pelo Governo do Pará e gerenciado pela Pró-Saúde, o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência é referência em atendimento a vítimas de queimaduras e traumas, de diversas complexidades. Dentro da unidade, por meio do Núcleo de Educação Permanente (NEP), que conta com um calendário de ações previstas para ocorrerem durante o ano, o treinamento foi realizado de forma prática e teórica.
“É importante que esses profissionais entendam o seu papel na assistência ao paciente, sabendo quando e como agir, principalmente em momentos críticos. Todos são capacitados e já possuem esse conhecimento, mas os treinamentos servem para aprimorar essa atuação”, ressalta Maria de Fátima, enfermeira responsável pelo setor de Educação Continuada do Hospital Metropolitano.

Para Carlos Henrique, enfermeiro do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), o treinamento simboliza um avanço na assistência ao paciente. “É de extrema importância treinar e avaliar continuamente nosso desempenho. Para quem está atuando diariamente para salvar vidas e cuidar de pessoas, todo tipo de aprendizado é oportuno”, avalia o profissional.

Câmara Municipal de Belém prorroga suspensão de sessões; saiba o motivo

 

Câmara Municipal de Belém prorroga suspensão de sessões; saiba o motivo - Crédito: Reprodução/Ascom CMBCrédito: Reprodução/Ascom CMB

A Câmara Municipal de Belém (CMB) prorrogou a suspensão das sessões para a próxima segunda-feira, 21.  Anteriormente, as sessões retornariam nesta terça-feira, 15.

De acordo com a CMB, o motivo da nova suspensão foi por conta dos serviços na rede elétrica que ainda não foram concluídos. A Câmara permanece fechada para atendimento externo e o acesso de funcionários segue restrito.

RELEMBRE O CASO

A Câmara Municipal de Belém (CMB) suspendeu as sessões deliberativas após registro de casos de covid-19 em funcionários na última terça-feira, 8, e, também, pelo serviço de manutenção da rede elétrica do local.

De acordo com CMB, apenas os setores essências vão funcionar, com o quadro de servidores reduzidos e os gabinetes com a permanência de um assessor por vereador.

Homem é preso acusado de agredir filha com pauladas no interior do Pará

 

Homem é preso acusado de agredir filha com pauladas no interior do Pará - Crédito: Reprodução/PMCrédito: Reprodução/PM

Foragido desde o final do ano passado, Olivaldo dos Santos Filho é acusado de agredir e tentar matar a filha, quando vivia em Rurópolis, sudoeste do Pará.

De acordo com as investigações, a jovem era ameaçada com frequência e as agressões constantes, mas nenhuma denúncia de violência doméstica chegou à polícia. Até que em setembro de 2021, após agredir de forma violenta a garota, para salvar a vida da filha, a esposa de Olivaldo atacou ele com uma ferramenta e o homem acabou fugindo.

A vítima foi levada para o hospital, e após ser internada, os médicos constataram graves lesões físicas que impossibilitaram que a jovem pudesse realizar atividades básicas, vivendo hoje sob os cuidados da mãe. Após o caso, a polícia passou a procurar pelo suspeito, e foi pedida a prisão preventiva do agressor, que passou a ser monitorado.

Após descobrir onde Olivaldo dos Santos estava, a polícia civil deflagrou a operação “Silent” e com apoio das delegacias de Uruará e da superintendência do Xingu, conseguiu prender o suspeito. Olivaldo estava vivendo em Uruará, a 143 km de Rurópolis, onde ele cometeu o crime. Ele estava trabalhando como trabalhador braçal em uma propriedade rural.

A prisão aconteceu na manhã desta segunda-feira, 14. Ao ser abordado pelos policiais, ele não esboçou nenhuma reação, preso, ele foi levado para a delegacia em Uruará.

Segundo a polícia, ele será encaminhado para o presídio em Itaituba, onde aguardará uma decisão da justiça. O nome da operação, “Silent” faz alusão ao silêncio da vítima durante o período em que viveu sob a ameaça e a violência do agressor.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Especialista explica os principais tipos, formas de transmissão e sintomas da herpes

 

O herpes é uma doença infecciosa ocasionada pelo vírus herpes simplex e provoca o surgimento de pequenas bolhas cheias de líquido. Elas podem aparecer na pele, na cavidade oral (boca), olhos e região genital.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, mais de 90% dos brasileiros adultos já foram infectados em algum momento da vida, porém, a maioria não desenvolve sintomas.

A transmissão se dá pelo contato direto da parte infectada (ferida) de uma pessoa, podendo ser pelo beijo, compartilhamento de objetos ou por meio da relação sexual. A doença possui dois tipos principais: Herpes tipo 1 e tipo 2. A primeira ocasiona feridas nos lábios da boca, e a segunda atinge os órgãos sexuais.

De acordo com Janete Briana, enfermeira Epidemiologista do Hospital Regional Público da Transamazônica, unidade que pertence ao Governo do Pará e é gerenciada pela Pró-Saúde, a doença não tem cura, mas possui um tratamento minucioso, que precisa ser feito com o uso de pomadas e medicamentos antivirais. Assim, o vírus pode ser combatido e permanecer inativo no organismo por toda a vida.

“Uma grande parcela da população possui o vírus, mas ele permanece dormente ou latente (inativo) no nosso corpo. Quando se manifesta no lábio, por exemplo, a infeção pode durar de cinco a dez dias”, explica.

Sintomas e tratamento

Segundo a enfermeira, os sintomas vão além do surgimento de bolhas que se rompem e viram feridas, podendo apresentar ardência, sensibilidade no local, vermelhidão e inchaço.

“As pessoas infectadas devem evitar ao máximo a exposição ao sol, beijar e manter relações sexuais, pois mesmo sem feridas visíveis, o vírus pode estar presente nos órgãos genitais”, explica a profissional.

Em alguns casos, o herpes pode se manifestar após exposição intensa ao sol ou fatores que provocam queda na imunidade, como febre, coceira e até mesmo tensão emocional.

De acordo com Janete, para que o tratamento seja eficaz, é necessário agir rápido para conter a infecção, de preferência assim que o primeiro sinal de desconforto ou formigamento surgir na região, antes das bolhas. Para isso, a pessoa precisa procurar atendimento médico, assim, receberá a prescrição do medicamento antiviral ideal para a lesão.

"É importante manter a região infectada sempre limpa, higienizando com água e sabão. A aplicação de gelo na região infectada pode reduzir o inchaço e ter um efeito calmante", complementa.

Especialista do Hospital Regional da Transamazônica explica os principais tipos, formas de transmissão e sintomas da herpes

O herpes é uma doença infecciosa ocasionada pelo vírus herpes simplex e provoca o surgimento de pequenas bolhas cheias de líquido. Elas podem aparecer na pele, na cavidade oral (boca), olhos e região genital.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, mais de 90% dos brasileiros adultos já foram infectados em algum momento da vida, porém, a maioria não desenvolve sintomas.

A transmissão se dá pelo contato direto da parte infectada (ferida) de uma pessoa, podendo ser pelo beijo, compartilhamento de objetos ou por meio da relação sexual. A doença possui dois tipos principais: Herpes tipo 1 e tipo 2. A primeira ocasiona feridas nos lábios da boca, e a segunda atinge os órgãos sexuais.

De acordo com Janete Briana, enfermeira Epidemiologista do Hospital Regional Público da Transamazônica, unidade que pertence ao Governo do Pará e é gerenciada pela Pró-Saúde, a doença não tem cura, mas possui um tratamento minucioso, que precisa ser feito com o uso de pomadas e medicamentos antivirais. Assim, o vírus pode ser combatido e permanecer inativo no organismo por toda a vida.

“Uma grande parcela da população possui o vírus, mas ele permanece dormente ou latente (inativo) no nosso corpo. Quando se manifesta no lábio, por exemplo, a infeção pode durar de cinco a dez dias”, explica.

Sintomas e tratamento

Segundo a enfermeira, os sintomas vão além do surgimento de bolhas que se rompem e viram feridas, podendo apresentar ardência, sensibilidade no local, vermelhidão e inchaço.

“As pessoas infectadas devem evitar ao máximo a exposição ao sol, beijar e manter relações sexuais, pois mesmo sem feridas visíveis, o vírus pode estar presente nos órgãos genitais”, explica a profissional.

Em alguns casos, o herpes pode se manifestar após exposição intensa ao sol ou fatores que provocam queda na imunidade, como febre, coceira e até mesmo tensão emocional.

De acordo com Janete, para que o tratamento seja eficaz, é necessário agir rápido para conter a infecção, de preferência assim que o primeiro sinal de desconforto ou formigamento surgir na região, antes das bolhas. Para isso, a pessoa precisa procurar atendimento médico, assim, receberá a prescrição do medicamento antiviral ideal para a lesão.

"É importante manter a região infectada sempre limpa, higienizando com água e sabão. A aplicação de gelo na região infectada pode reduzir o inchaço e ter um efeito calmante", complementa.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Hospital Metropolitano alerta para o risco de quedas entre adultos de meia idade e idosos

 Mais de 37% dos casos de quedas atendidos no HMUE em 2021, foram de pacientes a partir de 50 anos de idade


Levantamento realizado pelo Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), aponta que os adultos de meia idade e idosos são as principais vítimas de quedas.
Somente em 2021, a unidade, que é gerenciada pela Pró-Saúde em Ananindeua, registrou 2.206 entradas de vítimas desse tipo de acidente no Pronto Atendimento, dos quais 826, o que corresponde a 37,4% dos casos, eram da faixa etária a partir de 50 anos de idade. As quedas já são a segunda maior causa de atendimentos no setor, atrás apenas de acidentes de trânsito.
Segundo o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), fatores variados podem contribuir para que esses acidentes aconteçam, tanto em casa, quanto na rua, entre eles falta de iluminação nos ambientes, problemas de vista e obstáculos no caminho, como por exemplo fios e móveis, além de chão liso ou molhado.
“Um acidente que pode parecer simples tem potencial, inclusive, de mudar a vida de uma pessoa. É importante redobrar a atenção, observar e, se for o caso, pedir ajuda sempre”, diz o médico traumatologista do Hospital Metropolitano, José Guataçara.
Quanto aos tipos de lesão, o profissional explica que podem ser diversas. “Os traumas variam e vão desde uma torção até uma fratura grave como a de colo de fêmur, que é uma das mais comuns. No caso dos idosos, é pior por conta de outros problemas associados, como osteoporose, por exemplo”, completa.
Alcídia Ferreira da Silva, de 89 anos, veio de Concórdia do Pará, interior do estado, para atendimento no Hospital Metropolitano após sofrer uma queda em casa e fraturar o fêmur.
“Eu estava sozinha em casa quando caí. Tropecei no meu cachorro, quando ele passou rápido na minha frente. Minha neta chegou e prestou o socorro. Senti medo, mas estou sendo bem tratada agora”, conta a idosa.
Dicas para prevenir acidentes em casa
- Evitar tapetes soltos e use tapete antiderrapante no banheiro;
- Escadas devem ter corrimão nos dois lados;
- Não subir em bancos ou cadeiras;
- Não andar em áreas com piso úmido ou molhado;
- Deixar uma luz acesa à noite, para o caso de precisar se levantar;
- Se necessário, usar bengalas, muletas ou outros instrumentos de apoio ajudam a prevenir e evitar acidentes;
- Em caso de acidente, ligar para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no número 192.
O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, que pertence ao Governo do Estado do Pará, oferece atendimentos de média e alta complexidades, atuando como referência em traumatologia no Pará. A unidade desenvolve um importante papel social, por meio de ações e campanhas de conscientização e promoção da saúde, sobre temas como acidentes domésticos e de trânsito.

Dentro da unidade, a prevenção de quedas faz parte das rotinas assistenciais. O item consta entre as Seis Metas Internacionais de Segurança do Paciente, definidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo trabalhada de diferentes maneiras com colaboradores e pacientes.