segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Crianças internadas no Metropolitano participam de atividade com foco no controle emocional

 Por meio da ação “Dando Vida aos Sentimentos”, os pequenos puderam expressar seus sentimentos e emoções durante o período de internação



Com o objetivo de tornar o ambiente hospitalar mais lúdico, crianças internadas no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, participaram da atividade “Dando Vida aos Sentimentos”, realizada pela equipe de psicologia da unidade hospitalar, criada pelo Governo do Estado e gerenciada pela Pró-Saúde. 

Na ação, um monstrinho com variados sentimentos foi criado e a missão dos pequenos era enchê-lo com fitinhas que representavam humores. O objetivo foi fazer com que as crianças expressassem os sentimentos vivenciados dentro e fora do hospital, entre eles alegria, tristeza, raiva e outros.  

“É importante entender que todos nós temos fases positivas e negativas e, muitas vezes, a forma como lidamos com isso é o que trará um desfecho favorável ou não. A atividade vem, justamente, para trazer essa mensagem às crianças internadas”, diz o psicólogo clínico do Hospital Metropolitano, Luiz Felipe Charchar 

João Nazareno, de 10 anos de idade, está há um mês internado no Hospital Metropolitano para o tratamento de uma infecção. Para ele, participar da atividade foi motivo de felicidade. “Eu gostei muito de participar da ação, principalmente quando eles mostraram os monstrinhos. Fiquei feliz em sair um pouco do quarto”, disse. 

Para a mãe do menino, a felicidade demonstrada pela criança foi o alívio que acalentou um pouco o medo. “Por mais que a gente receba o melhor tratamento, não tem jeito, o coração fica aflito por estar em um hospital. Então, ver a felicidade dele reanima, dá força e esperança”, comenta Jacilene Andrade, de 39 anos.  

Adriana da Silva é mãe da pequena Maria Paula, de 7 anos. A menina, que está internada por conta de uma fratura no braço, também participou da atividade. “Eu percebi que ela ficou até mais feliz, além de participar da atividade ela também está pintando. Não a vejo tão chorosa, o que é muito bom”, afirma. 

Rede de cuidados 

Dentro da unidade hospitalar, diversos projetos são realizados para estimular a recuperação dos pacientes.  

Entre as atividades estão o Prontuário Afetivo, que acolhe informações pessoais de forma mais humanizada, utilizando iniciativas personalizadas para identificar os pacientes internados; o Cinemetrô, que leva um cinema para o leito; além do “Bem que te quero”, com a arrecadação de kits de higiene e roupas que são doados aos pacientes. 

“O foco de tudo o que é realizado aqui dentro do Hospital Metropolitano, de todos os profissionais que estão aqui, é restaurar a saúde dos pacientes. Neste caminho, inserir a humanização é fundamental para que o processo seja ainda mais leve, sensível e não automatizado”, diz Natália Failache, supervisora de Humanização do Hospital Metropolitano. 

Crianças internadas no Metropolitano participam de atividade com foco no controle emocional

 Por meio da ação “Dando Vida aos Sentimentos”, os pequenos puderam expressar seus sentimentos e emoções durante o período de internação



Com o objetivo de tornar o ambiente hospitalar mais lúdico, crianças internadas no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, participaram da atividade “Dando Vida aos Sentimentos”, realizada pela equipe de psicologia da unidade hospitalar, criada pelo Governo do Estado e gerenciada pela Pró-Saúde. 

Na ação, um monstrinho com variados sentimentos foi criado e a missão dos pequenos era enchê-lo com fitinhas que representavam humores. O objetivo foi fazer com que as crianças expressassem os sentimentos vivenciados dentro e fora do hospital, entre eles alegria, tristeza, raiva e outros.  

“É importante entender que todos nós temos fases positivas e negativas e, muitas vezes, a forma como lidamos com isso é o que trará um desfecho favorável ou não. A atividade vem, justamente, para trazer essa mensagem às crianças internadas”, diz o psicólogo clínico do Hospital Metropolitano, Luiz Felipe Charchar 

João Nazareno, de 10 anos de idade, está há um mês internado no Hospital Metropolitano para o tratamento de uma infecção. Para ele, participar da atividade foi motivo de felicidade. “Eu gostei muito de participar da ação, principalmente quando eles mostraram os monstrinhos. Fiquei feliz em sair um pouco do quarto”, disse. 

Para a mãe do menino, a felicidade demonstrada pela criança foi o alívio que acalentou um pouco o medo. “Por mais que a gente receba o melhor tratamento, não tem jeito, o coração fica aflito por estar em um hospital. Então, ver a felicidade dele reanima, dá força e esperança”, comenta Jacilene Andrade, de 39 anos.  

Adriana da Silva é mãe da pequena Maria Paula, de 7 anos. A menina, que está internada por conta de uma fratura no braço, também participou da atividade. “Eu percebi que ela ficou até mais feliz, além de participar da atividade ela também está pintando. Não a vejo tão chorosa, o que é muito bom”, afirma. 

Rede de cuidados 

Dentro da unidade hospitalar, diversos projetos são realizados para estimular a recuperação dos pacientes.  

Entre as atividades estão o Prontuário Afetivo, que acolhe informações pessoais de forma mais humanizada, utilizando iniciativas personalizadas para identificar os pacientes internados; o Cinemetrô, que leva um cinema para o leito; além do “Bem que te quero”, com a arrecadação de kits de higiene e roupas que são doados aos pacientes. 

“O foco de tudo o que é realizado aqui dentro do Hospital Metropolitano, de todos os profissionais que estão aqui, é restaurar a saúde dos pacientes. Neste caminho, inserir a humanização é fundamental para que o processo seja ainda mais leve, sensível e não automatizado”, diz Natália Failache, supervisora de Humanização do Hospital Metropolitano. 

Motoqueiro reage a roubo e atinge assaltante com tiro no rosto em Castanhal

 

José Ribamar, 29 anos, foi baleado no rosto após tentativa de assalta no bairro Novo Estrela, que fica próximo da rodovia PA-136, no município de Castanhal, no Pará, durante a manhã desta segunda-feira, 06.

Policiais militaram foram ao local para verificar o caso de homicídio e encontraram o acusado jogado no chão com marca de tiro no rosto e ao lado de uma arma de fogo.

O Corpo de Bombeiros socorreu a vítima que não teve estado de saúde divulgado e encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento.

Testemunhas afirmam que José e mais outro homem, ainda não identificado, e tentaram roubar uma motocicleta no local. O motorista reagiu ao assalto atirou em Ribamar.

O autor do disparo ainda não foi encontrado. A Polícia investiga o caso.

Motoqueiro reage a roubo e atinge assaltante com tiro no rosto em Castanhal

 

José Ribamar, 29 anos, foi baleado no rosto após tentativa de assalta no bairro Novo Estrela, que fica próximo da rodovia PA-136, no município de Castanhal, no Pará, durante a manhã desta segunda-feira, 06.

Policiais militaram foram ao local para verificar o caso de homicídio e encontraram o acusado jogado no chão com marca de tiro no rosto e ao lado de uma arma de fogo.

O Corpo de Bombeiros socorreu a vítima que não teve estado de saúde divulgado e encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento.

Testemunhas afirmam que José e mais outro homem, ainda não identificado, e tentaram roubar uma motocicleta no local. O motorista reagiu ao assalto atirou em Ribamar.

O autor do disparo ainda não foi encontrado. A Polícia investiga o caso.

TRF suspende concessão de novas licenças a mineradora no sudoeste do Pará

 



Atendendo a recurso do Ministério Público Federal (MPF), nesta sexta-feira (3), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), por meio de decisão do desembargador federal Souza Prudente, suspendeu a concessão de novas licenças ou autorizações à empresa Chapleau Exploração Mineral para a mineração no município de Novo Progresso, localizado no sudoeste do Pará. A decisão está mantida até que seja demonstrado a ausência de impactos sobre a Terra Indígena Baú ou que seja realizada consulta prévia aos indígenas.

A liminar é em ação do MPF movida em 2017 contra o estado do Pará, a Agência Nacional de Mineração (ANM) e a Chapleau, para anular autorizações concedidas à empresa que permitiam a extração de 50 mil toneladas de minério de ouro na região de Novo Progresso. Além de questionar os títulos de exploração concedidos à empresa, o MPF exigia também a realização de estudo de impacto ambiental, antes de autorizado o início das atividades da mineradora, e consulta prévia aos indígenas, conforme estabelece a Convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Segundo o MPF, o empreendimento impacta mais de 300 famílias assentadas no Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Terra Nossa, além de afetar a saúde e a segurança de 506 indígenas da etnia Kayapó Mekrãnogti, integrantes da Terra Indígena Baú, localizada a aproximadamente 11 km de distância da região de lavra. Ainda, tem grande potencial de contaminar o rio Curuá.

Em decisão da primeira instância, no entanto, foi considerado que a Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) agiu conforme a lei ao conceder a licença de operação, seguindo manifestação da Fundação Nacional do Índio (Funai) sobre a distância entre a mina e a terra indígena, que extrapola o limite de 10 km (Portaria Interministerial nº 60/15), o que dispensaria a análise de impactos do empreendimento sobre as terras e povos indígenas.

Em parecer, o procurador regional Felício Pontes Jr argumenta que a norma interministerial estabelece uma mera presunção relativa do dano considerando um certo limite, e que não haveria risco de dano para todos os demais casos, em clara ofensa ao princípio da precaução. Para ele, a mineradora “utilizaria um curso d'água como matéria-prima e se localizaria em uma área significativamente habitada por inúmeras comunidades que possuem uma relação estreita com os recursos naturais existentes”.

Em relação à Portaria Interministerial nº 60/2015, acrescenta ainda que o MPF já apresentou posicionamento (Recomendação n° 02/2016 ao Ibama), em que defende que sua interpretação deve ser conforme a Constituição, para que sejam considerados os impactos causados aos indígenas, independente da distância entre TI e empreendimentos licenciados.

Ao julgar o caso, o desembargador federal Souza Prudente suspendeu a concessão de novas licenças ou autorizações à empresa Chapleau, até que haja demonstração de ausência de impactos sobre a TI Baú ou que seja realizada consulta prévia aos indígenas. O descumprimento da decisão implica no pagamento de multa no valor de R$ 50.000 por dia de descumprimento. 

TRF suspende concessão de novas licenças a mineradora no sudoeste do Pará

 



Atendendo a recurso do Ministério Público Federal (MPF), nesta sexta-feira (3), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), por meio de decisão do desembargador federal Souza Prudente, suspendeu a concessão de novas licenças ou autorizações à empresa Chapleau Exploração Mineral para a mineração no município de Novo Progresso, localizado no sudoeste do Pará. A decisão está mantida até que seja demonstrado a ausência de impactos sobre a Terra Indígena Baú ou que seja realizada consulta prévia aos indígenas.

A liminar é em ação do MPF movida em 2017 contra o estado do Pará, a Agência Nacional de Mineração (ANM) e a Chapleau, para anular autorizações concedidas à empresa que permitiam a extração de 50 mil toneladas de minério de ouro na região de Novo Progresso. Além de questionar os títulos de exploração concedidos à empresa, o MPF exigia também a realização de estudo de impacto ambiental, antes de autorizado o início das atividades da mineradora, e consulta prévia aos indígenas, conforme estabelece a Convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Segundo o MPF, o empreendimento impacta mais de 300 famílias assentadas no Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Terra Nossa, além de afetar a saúde e a segurança de 506 indígenas da etnia Kayapó Mekrãnogti, integrantes da Terra Indígena Baú, localizada a aproximadamente 11 km de distância da região de lavra. Ainda, tem grande potencial de contaminar o rio Curuá.

Em decisão da primeira instância, no entanto, foi considerado que a Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) agiu conforme a lei ao conceder a licença de operação, seguindo manifestação da Fundação Nacional do Índio (Funai) sobre a distância entre a mina e a terra indígena, que extrapola o limite de 10 km (Portaria Interministerial nº 60/15), o que dispensaria a análise de impactos do empreendimento sobre as terras e povos indígenas.

Em parecer, o procurador regional Felício Pontes Jr argumenta que a norma interministerial estabelece uma mera presunção relativa do dano considerando um certo limite, e que não haveria risco de dano para todos os demais casos, em clara ofensa ao princípio da precaução. Para ele, a mineradora “utilizaria um curso d'água como matéria-prima e se localizaria em uma área significativamente habitada por inúmeras comunidades que possuem uma relação estreita com os recursos naturais existentes”.

Em relação à Portaria Interministerial nº 60/2015, acrescenta ainda que o MPF já apresentou posicionamento (Recomendação n° 02/2016 ao Ibama), em que defende que sua interpretação deve ser conforme a Constituição, para que sejam considerados os impactos causados aos indígenas, independente da distância entre TI e empreendimentos licenciados.

Ao julgar o caso, o desembargador federal Souza Prudente suspendeu a concessão de novas licenças ou autorizações à empresa Chapleau, até que haja demonstração de ausência de impactos sobre a TI Baú ou que seja realizada consulta prévia aos indígenas. O descumprimento da decisão implica no pagamento de multa no valor de R$ 50.000 por dia de descumprimento. 

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Comissão de Ética de Enfermagem é empossada no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência


Em cerimônia realizada na última terça-feira, 30, a escolha dos membros, que terão a missão de contribuir com o desempenho ético da enfermagem na unidade hospitalar, foi homologada

Tomaram posse, na última terça-feira (30), os membros da Comissão de Ética de Enfermagem do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua. A solenidade contou com a presença do representante do Conselho Regional de Enfermagem do Pará (Coren-PA), Horácio Bastos, dos diretores da unidade, além dos profissionais que farão parte do grupo pelo período de três anos.

Tomaram posse, nesta terça-feira (30), os membros da Comissão de Ética de Enfermagem do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua. A solenidade contou com a presença do representante do Conselho Regional de Enfermagem do Pará (Coren-PA), Horácio Bastos, dos diretores da unidade, além dos profissionais que farão parte do grupo pelo período de três anos.

A atuação da Comissão de Ética está prevista em lei, instituída conforme resolução do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), e tem como principais objetivos garantir a conduta ética dos profissionais; zelar pelo exercício da profissão; combater ilegalidades, educando, discutindo e divulgando o Código de Ética instituído; além de notificar, ao Conselho Regional de Enfermagem, possíveis irregularidades, reivindicações, sugestões e infrações.

“Dentro do Hospital Metropolitano, a Comissão de Ética de Enfermagem atuará para fiscalizar, claro, mas também para ampliar boas práticas pedagógicas e educativas dentro da unidade que é referência no Norte do país”, ressalta a diretora Assistencial do Hospital Metropolitano, Ivanete Prestes Roberti.

A definição dos membros da Comissão ocorreu após votação realizada em agosto pelos colaboradores da unidade hospitalar, criada pelo Governo do Estado e gerenciada pela Pró-Saúde. Na ocasião, foram nomeados seis colaboradores.

Comissão de Ética de Enfermagem do Metropolitano

Os membros empossados são: Waldirene Ferreira Monteiro; Eimar Neri de Oliveira Júnior; Danielle Cristina Caldeira Silva; Rafaela Santos Corrêa; Tiago Pereira Teixeira e Bruno Calixto Miranda da Silva.

O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência é referência no Norte do Brasil e presta atendimento 100% gratuito por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A unidade possui a certificação ONA 2 Acreditado Pleno, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que atesta que a unidade atende aos padrões internacionais de qualidade e segurança assistencial dedicados aos pacientes.